Como se perde a origem

Precisamos constantemente lutar contra o estrangeirismo e nunca contra o estrangeiro, se vindo em paz!

 

Desde 1945, os Estados Unidos, logo da vitória na segunda grande guerra, (palco onde brasileiros e muitos de outros países também morreram), resolveram assumir o papel de polícia mundial, para agir de múltiplas formas, sempre que alguma nação estivesse sendo ameaçada por outra de forma injusta e covarde.

 

Atitude louvável, mas historicamente de intervenções questionáveis, pois o que se viu e se vê, são eles se metendo aonde não foram chamados, puxando brasa para o seu assado, a começar na destruição das culturas regionais dos ditos países do terceiro mundo, (lugar aonde nos enfiaram e não querem que saiamos), metendo-nos goela a baixo, seus heróis de revista de quadrinhos, bandeira, ruídos culturais, ídolos, idioma, etc e tal, e para completar nossa desgraça, com o beneplácito das grandes corporações “nacionais” em especial da mídia e financeiras, e pior dos nossos governos.

 

Uma prova devastadora dessa invasão, voluntária e opressora, econômica e culturalmente alienadora, está na entrada do Rio Grande do Sul para quem chega de Santa Catarina, por uma estrada conhecida nacionalmente por Free Way, quando o nome da rodovia é Marechal Osório, nada mais, nada menos, que o patrono da cavalaria do exército brasileiro, que os tupiniquins ignoram, talvez se o marechal fosse um norte-americano, não se teria trocado de fato o nome dessa estrada livre.

 

Admiro os franceses que providenciaram em leis e as respeitam, em traduzir tudo que vem de fora para o seu idioma, antes que se virilize e destruindo a cultura nacional.

 

Dia 10 de maio de 1808, nasceu o legendário Manoel Luiz Osório, que viveu 71 anos em defesa desta terra, e está sepultado no pago da velha Nossa Senhora da Conceição do Arroio, atual cidade de Osório, no parque que leva o seu nome, um belo ponto cultural, turístico e cívico, onde as raízes guerreiras do gaúcho foram plantadas e seguirá dando frutos.

 

Para pensar: Nação só se constrói com cultura própria, se não é franquia ou melhor, pra ser moderno e “culto” franchise ou franchising!