Do ALEGRETE a ISRAEL

O Dia das Nações Unidas ou simplesmente o dia da ONU, sigla mundialmente respeitada pelas finalidades dessa instituição que substituiu, depois da segunda grande guerra, a superada Liga das Nações, e festejada em 24 de outubro.

Porque em 1945, nesse dia a ONU começa a operar sediada em New York, com 51 países membros, financiadores de um estatuto fundamentado na harmonização mundial, objetivando seis finalidades: A segurança e a paz mundial, promover os direitos humanos, auxiliar no desenvolvimento econômico e social, proteger o meio ambiente e prover ajuda humanitária em casos de fome, desastres naturais e conflitos armados.

O Brasil desde sempre esteve ao lado do bem e da paz, prova disso é que em 1947 o então Presidente Eurico Gaspar Dutra, nomeou o gaúcho alegretense Osvaldo Aranha como chefe da delegação brasileira junto a ONU, onde ele acabou presidindo sua Assembleia Geral, que deu origem ao Estado de Israel, por tanto e justamente foi reconhecido pelo povo judeu como um dos principais articuladores dessa fundação, sendo homenageado com nome de Rua em Tel Aviv, capital financeira de Israel.

Isso prova o espirito humanista gaúcho que não somente fez e faz por sua terra, mas pelo que já fez e continua fazendo por nosso país, e pela humanidade nesse exemplo extraordinário de Osvaldo Aranha que segurou a ONU na cincha, não deixando a reunião ser tumultuada, tendo a cabo a solução do grave problema israelita, uma nação sem país, outorgando-lhe o direito de reencontrarem sua terra 1816 anos depois da expulsão romana.

A ONU atualmente é formada por 193 países membros, a organização completará 71 anos de intensa atividade no cumprimento de seus objetivos, onde o nosso país destaca-se tradicionalmente desde Osvaldo Aranha até as atividades militares e de ajuda humanitária vigentes na África e no Haiti.

Sem dúvidas essa instituição intergovernamental é indispensável, principalmente para fazer valer no sentimento global, a liberdade, a independência e a soberania dos povos, exemplando aqueles que não se contentam com o que Deus legou e forçam a natureza, criando guerras, nutrindo covardemente desgraça, tristeza de gentes indefesas e ou inofensivas.
A justiça social e econômica planetária, de alguma forma deve ser promovida e certamente a ONU com apoio do Brasil, trabalhará para que um dia tenhamos a tão sonhada Paz Divina, entre os homes de boa vontade.

Para pensar: A harmonia mundial inicia no indivíduo que passa à casa, e vai pra o bairro, à cidade, ao estado, ao país, ao continente, ao mundo, mas começa dentro de nós!