Independência ou Morte

Conta-nos um hino que: “Foi no sete de setembro, que raiou a liberdade no horizonte do Brasil…” Essa é uma boa reflexão para que se entenda o que seja de fato e de direito, liberdade, porque pelo viés da história nacional, a tão propalada e cantada senhora dos livres, de direito e de fato fora contra os grilhões de Portugal, tendo o benefício chegado de fato e de direito a uma parcela dos brasileiros, porque nem todos que habitavam estas terras em 1822, tiveram liberdade, o caso dos índios e negros, que seguiram escravos até 1888 e mais, até hoje eles são marginalizados, somados a muitos brancos que vivem em estado de indigência material e espiritual, pelas favelas, pelas ruas.

 

Politicamente ficamos libertos da Coroa Portuguesa, que nos fazia trabalhar e pagar o quinto dos infernos, ufa, que no final das contas levaram oficialmente do Brasil, um quinto do que os últimos governos surrupiaram da nação!

 

Daí é bom questionar se realmente estamos independentes ou é uma grande mentira?

 

Lamento concordar que é uma mentira a tal autonomia social, política e jurídica em nosso pais, porque o povo é escravo do jugo econômico mundial, acobertado pelos seus agentes, eleitos como representantes eleitos do povo, para se servirem. Por tanto declaro que: a nossa política é escrava da corrupção, que infamemente alcançou a suprema corte jurídica nacional, que está escrava de suas mazelas.

 

Por tano repito a questão, que independência vivemos?

 

Estamos todos escravos, o povo que é o lado melhor da sociedade, vai com fé, esperança no por vir, fazendo a sua vida do jeito que der, aonde 20% são viciosos soldados  da coluna do mal e 80% virtuosos na do bem, sendo comandados por encráticos, (classificação Grega, de gentes que estão prontas tanto para fazer o bem, quanto o mal), instalados nas classes dominadoras, nas elites em percentuais invertidos do necessário ao equilibro moral da nação, por isso creio que no legislativo, no executivo, no judiciário e no setor econômico, 80% são viciosos e apenas 20% são virtuosos.

 

Com isso não precisa ser um gênio para perceber que, enquanto essa marca não virar, seguiremos vassalos, explorados material e espiritualmente, por um mundo onde o Deus é o dinheiro, quando o dinheiro deveria estar a serviço de Deus, mas ele não tem culpa de estar na moeda pela fingida frase, “Deus seja louvado!”, impressa por homens de valor pecuniário, tão falso como seus manipuladores que levam a vida produzindo incertezas, num jogo global de dados viciados, gerador de mais mortes, do que independências.

 

Para pensar: Eis o momento de recriar a nação, fazendo um Brasil acima de tudo e Deus acima de todos, sim, garantindo a verdade, sem precisar matar e morrer! Quem prejudica o bem, beneficia o mal!