O Brasil que eu quero?

Dia 21 foi feriado nacional, o de Tiradentes, mártir da inconfidência mineira, e patrono cívico do Brasil, que deixou exemplo digno a pátria que tanto amou e defendeu da exploração portuguesa, que cobrava um quinto de impostos sobre PIB da época, que significava 20%, hoje Brasília retém 40% de impostos, gasta sem escrúpulos, fingindo que governa, e a nação vai se apertando ano a ano, mais que rato em guampa.

Inda bem que em outubro vamos ter outra oportunidade de virar o jogo, elegendo gente de respeito para botar ordem e progresso nessa república com alma de cabaré e de carpeta, que vem nos anojando pelo alto índice de picaretagem nos três poderes e na elite econômica. Precisamos urgente separar o joio do trigo, matar o ímpeto vicioso e reanimar o virtuoso, trazendo o país para o bom caminho, da liberdade (que temos) e da justiça social e econômica que buscamos há 518 anos.

Dia 23 de abril marca em 1500, o que alguém gritou: Terra a Vista, e as naus portuguesas, comandadas por Pedro Álvares Cabral, (com a desculpa de ir para as índias, ancoraram na costa leste do continente, faixa de 40 graus na linha do equador), culminando com o descobrimento do Brasil, onde situa-se a cidade de Santa Cruz de Cabrália, na Bahia, lugar em que foi rezada a primeira missa, dando início aos descalabros da antagônica história brasileira.

Gente, apesar de todos os pesares, do passado e do presente que vivenciamos, estou convicto que tudo vai dar certo ao Brasil, e justifico: Primeiro porque Deus é brasileiro, segundo porque aqui tem mais gente boa do que má, e terceiro porque nunca se viu tanta nulidade poderosa sendo processada e presa na terra de Cabral.

Essas são as razões da minha esperança, sinceramente o povo brasileiro é do bem, merece a terra que Deus lhe deu e não merece os agentes do poder que aí estão, (os eleitos que transformaram a política em negócio e os concursados que a rigor são funcionários de estado e não de governos, que ficam criando suas mamatas, quando deveriam escancarar os expedientes escusos), cabendo a pergunta: Tem funcionário público e político do bem aqui? Sim, ontem e hoje em minoria, espero que a partir dessas eleições em maioria, obrigados com a moralidade, mostrando a sociedade quem é quem na ordem do dia, apostando na máxima dos poetas Lauro Simões (de Livramento) e Adalberto Jardim (do Alegrete), que preverão no verso a seguir, o Brasil que eu quero e ajudarei a construir!

Para pensar: Ninguém ataca um tufão, ninguém segura a tormenta, tanto puxa que arrebenta o jugo totalitário, vai acabar o calvário e antes de clarear o dia, a justiça dará cria no ventre da liberdade! (Lauro e Jardim)