Prá não morrer de sede bem perto da fonte

Em 1994 foi instituído pela ONU e celebrado pela primeira vez em 1995, o dia 17 de junho como – Dia Mundial de Combate a Seca e à Desertificação, pelos seguintes motivos:
Do objetivo em comemoração anual, sensibilizar as populações e governos quanto à necessidade de cooperação mundial no que diz respeito a desertificação e a seca, acatando a Convenção da ONU de Combate à Desertificação nos países mais afetados pela seca principalmente nos países africanos.

Com a meta de proteger e restaurar a terra, envolvendo as pessoas, apelando ao esforço de todos, pois das roupas que usamos às casas em que vivemos e à comida que comemos, tudo provém do uso dos recursos da terra. Assim o dia passou a ser reverenciado não só nos países que assinaram a convenção da ONU, como em grande parte dos países do mundo, realizando atividades para incentivar o combate à desertificação e à seca.

A desertificação é a perda da capacidade de renovação biológica das zonas áridas, semiáridas e sub-húmidas, por ação humana ou variação climática, já a seca é um natural fenômeno onde se regista falta de água por um extenso período de tempo, com danos na agricultura, pesca e no habitat dos seres vivos, entre outros.

A desertificação atinge de forma grave, cerca de 10% da região semiárida brasileira, o que representa um total de nove estados nordestinos e o norte de Minas Gerais, que sofrem com a seca e a estiagem, aqui no Rio Grande do Sul temos entre o Itaqui e o Alegrete, a formação de um deserto, devido ao mau uso da terra, pelas lavouras, principalmente em terras fracas. A ciência determina que: “A degradação das terras diminui a fertilidade dos solos, quebra os ciclos hidrológicos e contribui para a insegurança alimentar, a fome e a pobreza bem como para a migração forçada.

Replantar as matas nativas é uma fundamental atitude para garantirmos as novas gerações, e sem dúvida seguir o apelo da ONU, foi um acerto dos Cavaleiros Farroupilhas, pela campanha ecológica NÃO DEIXEM MORRER MEU RIO, para que mais tarde não choremos de sede, bem perto das fontes.

Para pensar: Plantar para não desertificar e regular as chuvas é solução, mas de nada vai adiantar se as bacias hídricas estiverem poluídas!