Um Turismo Rural Autêntico

O Estado rio-grandense é novo para um Brasil que se iniciou em 1500, pois já se tinham passados 300 anos de história, quando o Rio Grande do Sul se afirmou nessa marca, originada da Capitania de São Pedro do Rio Grande do Sul (1807 a 21), Província de São Pedro do Rio Grande do Sul (1821 a 35), República Rio-grandense (1836 a 45), voltado a condição de Província no comando de Caxias em 1946 e finalmente, com a Proclamação da República em 1889 veio a denominação de Estado do Rio Grande do Sul, social e economicamente lastreado pela vida rural até o século vinte (XX), momento em que a modernidade tomou lugar, antes dos campos palco de guerras, vacarias e estâncias, hoje de centros urbanos industrializados, de edificações verticalizadas, estradas pavimentadas, pontes e de propriedades rurais com extensão diminuídas pelas gerações, na reforma agrária natural pelos herdeiros da terra, status da condição do direito de propriedade dos estados democráticos.

 

Com isso a história da formação gaúcha e suas bravatas, vão tomando conta do imaginário, fazendo surgir empreendimentos focados na vida de antanho, que revivem ás característica do tempo primitivo, em torno do conforto atual, um sonho dos campeiros do passado.

 

Assim o modo de vida dos séculos dezoito (XVIII) e dezenove (XIX), como por ironia, fazem a riqueza do presente como atração turística em forma de produto, motivando as almas encarnadas do século vinte e um (XXI), viverem culturalmente o gaúcho antigo em grande estilo e ou reviverem, como ensina a ciência espírita dessa possibilidade, pela graça Divina da reencarnação, de viver agora o que almejamos antes em holocausto.

 

Foi o que encontramos no final da semana passada, indo ao litoral, conhecer a força material e espiritual da propriedade, entre o Oceano Atlântico e a Lagoa de Itapeva, no município de Arroio do Sal, há 20 quilômetros de Torres, no KM 70 da Estrada do Mar, aonde foi plasmada a Dom 7 Fazenda, um sonho de lugar gaúcho, que recomendo todos os viventes que se importam pela natureza primitiva, curtirem o paraíso que Giancarlo Pacheco e sua prenda – Lu Magnus, idealizaram e protagonizam no cenário, em excelente hospitalidade.

 

O maravilhoso território rio-grandense, (do litoral a fronteira, da serra aos campos neutrais, por entre dunas, lagos, rios, vales e montes, com nativas matas em habitat de rica fauna e flora) que se exibe distintamente em diversas regiões, magicamente nos quase 200 hectares que representam duas quadras de sesmarias, é possível se encontrar como relicário na Dom 7 Fazenda, que tem infraestrutura típica colonial de pertences rústicos e nobre como o atendimento personalizado, servindo com arte a gastronomia campeira, com bebidas para todos os paladares produzidas aqui.

 

Essa é a novidade trazida pela força do turismo rural que o Rio Grande do Sul, experimentou a partir de 1970 e a cada ano, inaugura um novo local de preservação cultural e ecológica, como a Dom 7 Fazenda que há um ano dispôs a primeira fase do seu grande projeto e agora, se move para concluir as demais, oferecendo aos urbanos do planeta a fina flor do mundo gaúcho autêntico, sustentando nossa identidade social, econômica e cultural.

 

Conheça mais pelo site: http://www.dom7fazenda.com.br/

 

Para pensar: Só tem uma forma de voltar no tempo do gaúcho antigo que fomos e que não nos abandona, visitando o vasto campo do turismo rural rio-grandense!